A rede de farmácias Pague Menos (PGMN3) anunciou, nesta semana, seu Relatório de Sustentabilidade 2025, destacando um salto de 88,5% no lucro líquido em relação ao ano anterior. Além do desempenho financeiro, a companhia cearense consolidou metas ambientais e sociais, alcançando a universalização dos pontos de coleta de medicamentos vencidos em todas as suas unidades. O balanço reforça a estratégia de conciliar alta performance no varejo com práticas de governança e inclusão.
Avanços ambientais e economia
No pilar ambiental, a empresa expandiu sua matriz de energia renovável para 64 usinas (solares e de gás sustentável), que hoje atendem 97% das lojas. A iniciativa gera uma economia anual de aproximadamente R$ 13 milhões. No campo da gestão de resíduos, a rede transformou o descarte em receita:
2,5 mil toneladas de resíduos foram vendidas para circularidade;
R$ 720 mil em receita gerada pela operação;
Incremento de 26% no reaproveitamento de materiais em comparação a 2024.
O desempenho rendeu à companhia a melhoria de sua nota no Carbon Disclosure Project (CDP), subindo de C para B-.
Diversidade e investimento no trabalhador
A rede investiu R$ 7,3 milhões no desenvolvimento de colaboradores, um aumento de 50% em relação ao ano anterior. No total, foram criados 1.978 novos postos de trabalho. A empresa também renovou o selo Great Place to Work (GPTW) e manteve indicadores de diversidade acima da média do setor:
69% dos cargos de liderança são ocupados por mulheres;
25% da liderança logística é composta por pessoas pretas;
8,08% do quadro geral tem 50 anos ou mais.
A companhia também destacou ações de acolhimento para pessoas trans, oferecendo suporte jurídico e médico, além de programas voltados para jovens aprendizes.
Governança e resultados financeiros
Em governança, a Pague Menos passou a contar com presidência feminina e 33% de membros independentes em seu Conselho de Administração. O foco na mitigação de riscos e ética capacitou mais de 2,1 mil pessoas no último ano.
O crescimento operacional acompanhou a evolução institucional. O EBITDA atingiu R$ 904,7 milhões, com alta de 44%. A participação de mercado da rede chegou a 22,2% no Nordeste e 6,9% em âmbito nacional.
"O avanço dos indicadores em paralelo ao crescimento da empresa é a confirmação de que estamos no caminho certo", afirmou a Vice-Presidente de Gente, Sustentabilidade e Estratégia, Rosi Puccetti.
Fonte:Agência Máquina

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